sexta-feira, 27 de novembro de 2009

PROJETOS DE APRENDIZAGEM

O Projeto de aprendizagem é um projeto que rompe os paradigmas dos modelos habituais de nossas escolas, ele permite ir em busca de nossas curiosidades, além de promover conhecimentos interdisciplinares. Ele deve nascer do desejo de aprender algo e despertar o interesse de todos os envolvidos. O foco desta metodologia de aprendizagem está centrada nos saberes do aluno (aprendizagem) e não do "ensino" (centrado nos saberes do professor) como tradicionalemnte acontece. Com o PA nos sentimos como agente do processo de construção do nosso conhecimento.
Neste semestre depois de muitas idas e vindas conseguimos concluir nosso projeto de aprendizagem que abordou o hábito de leitura dos adultos entre 20 e 30 anos da sede do município de Três Cachoeiras que nos permitiu construir alguns conhecimentos acerca do assunto (hábito de leitura) e da realidade que fazemos parte, através das entrevistas realizadas, onde constatamos que 93% das pessoas entrevistadas têm o hábito de ler e que a maioria faz por prazer e por necessidade, mas condicionadas a profissão que interfere na escolha da leitura. Podemos observar também que muitos jovens adultos dão preferência a leituras virtuais, não valorizndo a boa leitura impressa e que apenas 33% das pessoas entrevistadas têm o hábito de ler livros.
Conforme Iris Elisabeth Tempel Cost e Beatriz Corso Magdalen afirmam "só buscamos respostas quando temos uma pergunta, só procuramos alguma coisa quando sentimos necessidade" e foi a leitura que nos despertou interesse, porque não há dúvida que a leitura desempenha um papel fundamental, tanto a nível individual como coletivo, pois o indivíduo que lê está contribuindo para o seu enriquecimento pessoal e para sua compreensão de mundo.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

REFLEXÕES SOBRE EJA

Numa escola de EJA encontramos jovens e adultos com diferentes trajetórias escolares e às vezes nenhuma, geralmente menos favorecidos financeiramente que por alguns motivos como trabalho, reprovação, difícil acesso, pararam de estudar e resolveram retomar os estudos através desta modalidade.
Os jovens e adultos precisam romper as barreiras do preconceito quando decidem frequentar uma sala de aula, pois a sociedade ainda marginaliza o analfabeto. Eles sentem vergonha de frequentar a escola depois de adultos, gerando sentimentos de inferioridade e insegurança, e às vezes não acreditam na sua capacidade de aprender e ainda precisam ter disposição para irem a escola depois de enfrentarem um dia de trabalho.
É um público que apresenta uma linguagem que tem como base as experiências de vida e trabalho, de acordo com seu grupo cultural, porém o desenvolvimento é absolutamente singular para cada educando, visto que para alguns a linguagem escolar é difícil de compreender.
Seguindo a proposta da interdisciplina (saída de campo), realizando entrevistas com estudantes de uma instituição de ensino que oferece esta modalidade ( Capão da Canoa), pude constatar a realidade da EJA neste muncípio e dos alunos que a frequentam e relacionar com os textos abordados conforme relatei nos parágrafos anteriores.
Observei também que além das dificuldades pessoais, há também dificuldades relacionadas a escola como alguns programas e métodos voltados ao público infantil que precisam serem adequados a esse públido.
O professor que trabalha com EJA precisa combinar o currículo a ser cumprido com uma proposta diferenciada e específica para seus alunos, levando em conta de que para muitos desses alunos a EJA é a última alternativa para se manterem no espaço escolar.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

IMPORTÂNCIA DA LEITURA, ESCRITA E ORALIDADE

Sabemos que o acesso a livros, revistas, textos variados, as crianças tendem naturalmente a apresentar maior familiaridade com a linguagem escrita e falada e ao fazer análise da narrativa de uma criança proposta pela interdisciplina de linguagem, me levou a refletir a importância da valorização dentro do espaço escolar das rodas de conversa, brincadeiras e atividades que oportunizem a criança a desenvolver a linguagem oral, bem como no espaço familiar "dar asas" para imaginação, embarcando na aventura da ficção, pedindo detalhes, porém evitando os questionamentos sobre a veracidade ou não.
A narrativa infantil é uma brincadeira que pode ser chamada de "faz-de-conta" e as crianças geralmente misturam os fatos da realidade, as experiências vividas, imaginação, envolvendo também elementos da história que conhecem em suas vidas.
Percebí que esta criança apresentou a leitura do mundo que a cerca e reconheceu seus personagens preferidos em livros, jornais e revistas e destaco que a linguagem tem seu papel importante no desenvolvimento cognitivo, ela segue em conjunto com a evolução do pensamento, pois será través dela que a criança ampliará suas relações comunicativas, enriquecendo sua mentalidade de maneira que possibilite uma nova conceituação da realidade, sendo assim na escola convivendo com a diversidade cultural ficará evidente essas trocas oportunizando novas aprendizagens.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

CULTURA SURDA

Através das leituras sugeridas pela interdisciplina de LIBRAS, juntamente com a realização das atividades propostas, passei a compreender melhor sobre a cultura e a comunidade surda, pois o conhecimento que tinha sobre o assunto era restrito.
Muitas pessoas ficam inseguras quando encontram uma pesso surda, sendo isso comum, pois todos nós podemos nos sentir desconfortáveis diante do "diferente" ou do "desconhecido", porém na medida em que passamos a conviver e a conhecer melhor estas pessoas esse desconforto torna-se menor, porque elas têm os mesmos sentimentos, as mesmas angústias, os mesmos medos, os mesmos direitos e deveres, as mesmas vontades que qualquer um de nós ouvintes.
Aprendi que na comunicação com uma pessoa surda, alguns detalhes são importantes como: usar um tom normal de voz, falar diretamente com a pessoa não de lado ou atrás dela, demonstrar expressão facial, fazer com que a boca esteja bem visível para facilitar a leitura labial e se souber alguma linguagem de sinais procurar usá-la.
Quanto à cultura surda percebi que ela tem suas particularidades, variações e diferenças regionais como as demais culturas existentes que devem ser respeitadas e valorizadas.
Entendi que a Língua Brasileira faz parte da cultura surda, que ela não é uma língua universal, possui diferenças de um país para outro, que foi criada e é usada pelos surdos para facilitar seu convívio, sendo que há sujeitos ouvintes que interagem utilizando libras para obterem uma melhor comunicação.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Educação de Jovens e Adultos

Antes de ler o Parecer CNE nº 11/000 para mim a educação de jovens e adultos era um ensino voltado somente para a alfabetização, porém após a leitura e de acordo com a parecer passei a entender que EJA é uma modalidade da educação básica com as etapas do ensino fundamental e médio e possui uma especificidade própria, tendo objetivo de criar situações de ensino-aprendizagem adequadas as necessidades educacionais de jovens e adultos, englobando coonforme citado no parecer, três funções: a reparadora, a equalizadora e a permanente ou qualificadora.
Percebi também que o docente da EJA além de ter as exigências de sua profissão, precisa estar preparado para lidar com pessoas adultas, trabalhadoras, responsáveis, com histórias de vida e experiências próprias que na maioria das vezes são educativas, por isso neceesitam de um currículo com base nestas experiências. Assim o vínculo entre trabalho e ducação, segundo o parecer, faz parte do currículo de EJA, pela própria condição do aluno como ser humano trabalhador.

Múltiplas linguagens

Existem diversas maneiras de se falar e escrever, dependendo do lugar ou da situação em que nos encontramos. A nossa variante lingüística é resultado de nossa história familiar, de nossos domínios culturais, do contexto no qual estamos inseridos.
É importante a compreensão de que cada diferente forma de falar traduz a cultura de um grupo social e que como não há culturas certas ou erradas, melhores ou piores, a fala também não pode ser assim classificada, ou seja, o que existe são variações e não erros na fala. Há variações resultantes também de regionalizações ou até registros diferentes como: quando eu falo com uma criança pequena, uso uma linguagem diferente daquela que eu usaria numa reunião com a direção da escola, por exemplo.
Quando escrevemos embora com as variações lingüísticas, imagino quem é o meu leitor e dirijo-me a ele com palavras e organização textual próprias para aquele diálogo, sendo assim existem formas diferentes de construir um texto. Se eu escrevo uma carta para uma amiga, os termos e a construção das frases, e mesmo o conteúdo serão diferentes dos que eu usaria para escrever uma carta ao Secretário da Educação do município, por exemplo. Portanto, as diferenças no falar, normalmente, não estão expressas na linguagem escrita.
Por isso destaco a importância de oferecer condições para que o aluno desenvolva habilidades de leitura e escrita com autonomia, para que consigam atender as suas necessidades humanas e sociais, no espaço que estão inseridos.

Pedagogia de Comênio

Comênio foi o primeiro educador a criar princípios e regras de ensino e desenvolveu idéias avançadas para a prática educativa nas escolas, voltada para investigar e descobrir o método segundo a qual “os professores ensinem menos e os estudantes aprendam mais”, sendo este destaque uma grande preocupação nos dias atuais para que o aluno vá em busca do novo, num processo de descoberta, adquirindo novos conhecimentos, onde o professor deve levar em conta a realidade do contexto que estão inseridos, promovendo atividades que incentivem a curiosidade e a troca de informações. Ele destaca também o valor do bom relacionamento do professor e aluno como fundamento para a aprendizagem.
Percebo no cotidiano escolar elementos importantes da pedagogia de Comênio, como: as coisas devem ser ensinadas uma de cada vez, não sobrecarrego as aulas, parto do fácil para o difícil, pois não se deve ensinar nada que a criança não possa compreender, portanto deve-se partir do conhecido para o desconhecido. Oportunizo um ensino igual para todos, procurando motivá-los e utilizo de atividades lúdicas para enriquecer minhas aulas.

7º SEMESTRE




sábado, 30 de maio de 2009

Clube do Imperador

O filme Clube do Imperador, sugerido pela interdisciplina de Filosofia da Educação nos leva a refletir sobre a atuação de um conceituado professor de História, que durante sua docência se vê diante de um conflito moral.
Tudo aconteceu num colégio interno, onde esse professor competente, dedicado, reconhecido e respeitado pelos diretores, colegas e alunos desenvolvia seu trabalho. Porém este professor era ousado em “moldar” seus alunos sobre o que considerava certo e errado.
Todos os anos o professor organizava uma competição chamada “Júlio César”, onde os três primeiros classificados nas provas teóricas concorrem ao prêmio, sendo indagados no dia do concurso com questões referentes ao que haviam estudado em sala de aula sobre a cultura greco-romana.
O professor Hundert fica impressionado ao perceber o esforço do aluno em sair-se bem na competição, então estimula-o e empresta-lhe livros, com tudo isso ele ficou classificado em quarto lugar e o professor desviando-se de seu caráter, acaba alterando o conceito.Para sua decepção, na final do grande concurso, ele se depara que seu aluno não mudou em nada, estava colando para responder as perguntas e o professor para não continuar prejudicando os outros, resolveu fazer justiça e mudou imediatamente a pergunta, gerando em si um conflito moral.
Nesta situação de conflito, o professor Hundert envolveu princípios morais como a ética, respeito, justiça, caráter, transparência, ficando evidente que o caráter não se molda e não se transmite, mas que vamos construindo desde “berço” ao longo do que vamos vivenciando. Porém esse conjunto de regras de conduta, às vezes são deixados de lado pelo ser humano como aconteceu com o professor, causando marcas na sua trajetória da vida.
Quanto a decisão do professor acredito ser correta no sentido que alterou a pergunta final para fazer justiça, tentando recuperar o erro, mas no sentido de alterar o conceito para beneficiar um determinado aluno, acho errado, pois prejudicou outros e foi contra seus princípios morais, custando-lhe anos de angústia e preocupação.
Este filme nos transmite mensagens importantes para o nosso cotidiano pessoal e profissional, como a ética, caráter e honestidade, valores tão deixados de lado nos dias atuais, partindo do dito “o fim depende do início” pelos exemplos que recebemos e deixamos.

Método Clínico Piagetiano

Análise da aplicação:

A criança, o João(nome fictício), ao iniciar a prova estava bem entusiasmado, porém no decorrer das perguntas começou a ficar inibido, então deixamos ele brincar mais com a massinha de modelar, se distrair um pouco. Depois de algum tempo, ele já mais a vontade, nós retomamos a prova.
Ao observar as massinhas, ele conseguiu distinguir as quantidades, no inicio ele estava bem convicto nas suas respostas. Ex. na prova da divisão das bolinhas ele identificou que a bolinha menor tinha menor quantidade de massa
Depois ele começou a confundir as formas com a quantidade.
As condutas cognitivas apresentadas pela criança podem ser identificadas com o estagio pré-operatório, segundo Piaget. Observamos que as atitudes, as respostas do João, caracterizam para o pensamento intuitivo, porque ele ao intuir imagina. Ele não possui um pensamento lógico
Expressou-se oralmente para explicar seu pensamento, representando a realidade vivenciada.
Durante a aplicação da prova o experimentador utilizou questionamentos fazendo com que estes facilitassem o entendimento da criança.
O experimentador tentou de várias formas mudar a resposta do João, sobre a quantidade de massa em determinado objeto construído com a massinha, porém ele não abria mão de sua opinião, acreditava que estava correto e não aceitava argumentações, assim evidenciando mais uma vez o estágio pré-operatório, o egocentrismo. Em relação a atuação do experimentador e de sua colega, acredito que alcançamos os objetivos propostos nesta atividade, pois iniciamos o trabalho com a criança meio inibida, mas conseguimos deixá-la a vontade, tranqüila, expondo suas idéias naturalmente.

ESTÁDIOS DE DESENVOLVIMENTO

Piaget descreve o desenvolvimento infantil, em diferentes períodos. Em cada período há a construção variada e diferente de certas estruturas cognitivas.
Esses períodos são: sensório-motor, pré-operatório, operativo-concreto, operatório-formal.
A idade cronológica da criança, em cada período, deve ser entendida sempre como idade aproximada, elas podem ultrapassar ou avançar os períodos de acordo com suas experiências, do meio social que estão inseridas e da maturação, porém a ordem de ocorrências dos estádios se mantém.
Período sensório-motor (0 a 24º mês) - A partir dos primeiros reflexos com os quais a criança é dotada ao nascer, vão se construindo, pouco a pouco, em interação com o meio, as condições necessárias para as posteriores conquistas cognitivas.
A criança descobre novos significados para as coisas e a característica mais significativa do comportamento da criança é a repetição dos atos.A inteligência sensório-motora que se caracteriza por ser exclusivamente prática perdura até o aparecimento da linguagem.
Período pré-operatório (2 a 7 anos) -Nesta fase a criança começa a representar a realidade em que vive e já consegue se comunicar através da linguagem. É uma fase marcada pelo egocentrismo, ou seja, o pensamento voltado para si mesmo, onde as percepções do mundo são limitadas, não é capaz de lidar com idéias diferentes das suas em relação a um determinado tema.
Período operatório-concreto (7 aos 11 anos) - A construção da capacidade de reversibilidade do pensamento assinala o ingresso nas operações concretas. A criança torna-se então, capaz de realizar operações, ou seja, ações mentais, embora limitadas pelo mundo real.
É um período que inicia a fase escolar e o desenvolvimento cognitivo evolui como resposta construtiva de uma nova visão que a criança tem do mundo.
Período operatório-formal (12 anos em diante) - Consegue operar mentalmente com a realidade física e concreta, pode pensar agora, independentemente do real, pode lançar hipóteses, fazer deduções, generalizar, abstrair sem precisar de qualquer vinculação com objeto concreto.O jovem pode nesta fase pensar sobre o próprio pensamento. Ele alcança funções cognitivas que permanecerão durante toda a sua vida, porém pode ir se aperfeiçoando ao longo do tempo, adquirindo novos conhecimentos.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Diversidade na escola

"Somos tão iguais, mas ao mesmo tempo tão diferentes"

Trabalhando as questões étnico-raciais (diversidade na escola), realizei a atividade de construção do mosaico com uma turma do 2º ano composta por 16 alunos.
Iniciei a atividade conversando sobre a família, que as famílias possuem características e costumes diferentes. Que somos uma mistura de raças e etnias, que nem sempre soubemos a que grupo pertencemos, pois não é pelas características físicas que nos identificamos, mas pelas nossas origens.
Dividi a turma em dois grupos e distribui para cada grupo um mapa de Três Cachoeiras, porque no mês de abril comemoramos o aniversário de emancipação do município e também revistas. Expliquei que faríamos um mosaico no mapa com recortes de pessoas representando as raças e etnias existentes em Três Cachoeiras.
Em sala de aula temos uma diversidade cultural, que pode ser explorada de acordo com a faixa etária dos alunos, facilitando com isso o entendimento. É mais fácil aceitar as semelhanças, do que ignorar as diferenças, mas é importante almejar o respeito dessas diferenças e das desigualdades culturais.

Educação Especial

Nós professores somos considerados transformadores no processo educativo, então para que consigamos trabalhar com classes heterogêneas, precisamos fazer como diz no texto "A inclusão e seus sentidos: entre edíficios e tendas": os edíficios que houver terão que modificar e dar lugar a construção de novas tendas, ou seja, nos prepararmos para trabalharmos com alunos com necessidades educacionais especiais. Acredito que nós já estamos sendo beneficiados neste curso com esta interdisciplina que está nos proporcionando um aprendizado e nos levando a refletir sobre o assunto.

sábado, 18 de abril de 2009

PROJETO DE APRENDIZAGEM

Quando nos propomos a realizar atividades que envolvam pesquisas, logo estamos condicionados a um modelo que não nos permite realizar descobertas. Há em nossas escolas trabalhos de pesquisas com um assunto pré-determinados ou uma pergunta simples que com pouca dedicação de procurar em livros ou internet encontra-se a resposta.
O Projeto de aprendizagem é um projeto que rompe os paradigmas dos modelos habituais das escolas, ele permite ir em busca das nossas curiosidades, além de promover conhecimentos interdisciplinares. Ele deve nascer do desejo de aprender algo e despertar o interesse em todos os envolvidos.
Considerando as dificuldades encontradas no decorrer do processo, acredito que esta proposta de pesquisa realizada, permitiu a todos do grupo um crescimento significativo, pois construimos um projeto, porém não finalizamos em função do tempo.
Também realizamos a avaliação de outro, enfim nos colocamos nas duas situações, o que nos provocou uma série de mudanças na forma de pensar e analisar nosso próprio PA.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

INCLUSÃO

Atualmente vivemos um momento caracterizado por mudanças e também pelo surgimento de oportunidades.
Essa situação pode ser constatada também na área da deficiência, pois basta olharmos a nossa volta e percebermos que há mais pessoas com deficiência (mesmo com suas limitações) nas ruas e locais públicos, elas aparecem com mais frequência na televisão demonstrando suas conquistas, inclusive no esporte como as Paraolimpíadas.
Alguns desses exemplos indicam que há um processo social em curso, denominado de "inclusão". Essa inclusão ocorre nas escolas, nas lanchonetes, no trabalho, nas igrejas, enfim em todos os espaços de interação humana.
A inclusão é um processo e envolve mudanças em todos nós, por isso é um trabalho longo e desafiador.
Tanto no âmbito escolar, profissional, familiar, as principais resistências tem como origem o preconceito, a falta de informação, o medo do novo, do desconhecido.
Para nós educadores isso é mais um desafio e o importante é socializar as informações, mas devemos lembrar sempre que o aluno incluso aprenderá como todos, porém precisará de adaptações e ajuda dos colegas.

VI SEMESTRE

Vivemos mais do que nunca essa realidade de términos e recomeços.
Certamente, depende do que formos capazes de sonhar e estivermos dispostos a fazer. Cada novo amanhecer representa um mágico processo de recomeço, em que se renovam esperanças e desejos em busca do maior desafio de nossa existência: construir o sentido da vida.
Que tenhamos neste semestre garra e vontade para continuar conquistando novos desafios e aprendizagens.
Sucesso para todos nós!