terça-feira, 10 de novembro de 2009

CULTURA SURDA

Através das leituras sugeridas pela interdisciplina de LIBRAS, juntamente com a realização das atividades propostas, passei a compreender melhor sobre a cultura e a comunidade surda, pois o conhecimento que tinha sobre o assunto era restrito.
Muitas pessoas ficam inseguras quando encontram uma pesso surda, sendo isso comum, pois todos nós podemos nos sentir desconfortáveis diante do "diferente" ou do "desconhecido", porém na medida em que passamos a conviver e a conhecer melhor estas pessoas esse desconforto torna-se menor, porque elas têm os mesmos sentimentos, as mesmas angústias, os mesmos medos, os mesmos direitos e deveres, as mesmas vontades que qualquer um de nós ouvintes.
Aprendi que na comunicação com uma pessoa surda, alguns detalhes são importantes como: usar um tom normal de voz, falar diretamente com a pessoa não de lado ou atrás dela, demonstrar expressão facial, fazer com que a boca esteja bem visível para facilitar a leitura labial e se souber alguma linguagem de sinais procurar usá-la.
Quanto à cultura surda percebi que ela tem suas particularidades, variações e diferenças regionais como as demais culturas existentes que devem ser respeitadas e valorizadas.
Entendi que a Língua Brasileira faz parte da cultura surda, que ela não é uma língua universal, possui diferenças de um país para outro, que foi criada e é usada pelos surdos para facilitar seu convívio, sendo que há sujeitos ouvintes que interagem utilizando libras para obterem uma melhor comunicação.

Um comentário:

Rosângela disse...

Oi Cris,

Tua postagem aborda conceitos fundamentais trabalhados na interdisciplina de LIBRAS: o preconceito, a comunicação, a língua, a cultura surda. Isso revela a apropriação teórica que fizeste. Parabéns!

Confome tu mesma destacas em tua reflexão temos certa dificuldade em aceitar o diferente... o que nos provoca estranhamento. Ao conhecer e conviver com o diferente, porém, esse estranhamento vai dando lugar à espontaneidade e ao diálogo.

Conhecer o diferente é sempre uma descoberta sobre o outro e sobre nós mesmos... é um exercício de alteridade constante!

Beijos, Rô Leffa